Equipa bia.pt na Web Summit 2017

bia.pt na Web Summit 2017 – Como foi? O que esperar?

Foi uma experiência maravilhosa! É desta forma, rápida e sucinta que posso descrever o sentimento geral, da equipa da bia.pt em relação à nossa presença na Web Summit 2017.

Por partes e um pouco de história…

Estávamos em Julho, quando esta aventura chamada bia.ptcomeçou. Logo ali, no nosso primeiro dia de trabalho foi-nos dito pelo David (CEO), que tinha uma surpresa… das boas, para nós. Revelado o mistério, essa surpresa, seria a participação na Web Summit.

A princípio víamos isso como algo inimaginável, ou fosse pelo facto de ser algo nunca pensado e ainda longe no tempo, ou pelo simples motivo de ser um evento caro, restrito, e nós uma start-up a começar ali, do zero.

Mas a verdade é que lá fomos nós…

Na preparação para estar na Web Summit, tínhamos algumas variáveis que tinham de ser consideradas: a primeira, desde logo, o que íamos lá fazer? Com quem íamos falar? Quantos elementos da equipa iam? Atrás de que pessoas, empresas e investidores ir correr? A que talks assistir? Que material levar? Etc etc..

Além de tudo isto, e de apesar de sabermos a responsabilidade que levávamos aos ombros e o papel de representar a bia.pt que iríamos ter, também é verdade que estar pela primeira vez, num evento destes, rodeado de gente que admiramos, que queremos ouvir, falar e da panóplia de oferta que há por todos aqueles pavilhões, cada elemento da bia.pt, também tinha a sua vontade. Felizmente, houve tempo para tudo, e foi possível conjugar o profissional com o pessoal.

As dúvidas..

Mas a maior questão que se levantava, era, o que lá íamos apresentar? Isto porque apesar, de já estarmos a “carburar” a todo gás, a verdade é que o produto final ainda não estava a 100%. Um pouco a fazer lembrar a história da primeira apresentação do Iphone, que é hoje o sucesso que é, tal como nós esperamos seguir na mesma linha.

Foi então definido que o nosso objetivo na Web Summit seria dar a conhecer a bia.pt. Seria a primeira vez que saímos do Fundão e nos dávamos a conhecer ao Mundo. Por isso, a responsabilidade era enorme, mas por outro lado levávamos dentro de nós o espírito que caracteriza a bia.pt, alegria e vontade.

Já em Novembro, a poucos dias do evento, já com a nossa agenda cheia e roteiro planejado, foi altura de praticar o elevator pitch, de fazer as últimas pesquisas sobre quem ia estar presente e com quem queríamos falar. Foi também altura de fazer a mala, carregar o carro e seguir viagem.

 

Na Web Summit!

Vou-me repetir, mas tenho de o dizer, experiência maravilhosa! Mas cansativa. Foram 72H non-stop de pouco sono, muitos quilómetros e muito mel para a garganta!

Logo no primeiro dia, à chegado ao evento, o impacto é enorme. Por mais que te possas preparar e levar o mapa do recinto decorado, se é a 1ª vez na Web Summit, como foi o caso, de pouco te vai valer.

As pessoas parecem formigas: muitas e constantemente de um lado para o outro. A nossa atenção é facilmente capturada, por algum stand, pessoa ou publicidade mais extravagante. E os sítios e pessoas que levas tão certo o lugar onde estavam e como encontrar, parece que nunca existiram.

Estou a exagerar um pouco, é claro, mas a melhor comparação que posso fazer é com a Disneyland: Há muito para ver e pouco tempo para o fazer!

Mais concretamente no nosso caso, chegámos a Lisboa dia 6, para ir à Opening Night. Que traduzindo por miúdos, foi a sessão de abertura no Altice Arena. O que mais retive e me marcou foi o ambiente e espetáculo criado dentro de uma sala em que já estive tanta vez, mas, onde com um simples palco com uns bidões “voadores”, aliado ao espetáculo de luz e som, conseguiu como que eletrificar uma plateia que se misturava entre raças, línguas e cores.

O Segundo Dia..

O segundo dia, começou bem cedo com os últimos ensaios do pitch que iríamos fazer nessa manhã. Ficando o tempo que restasse para fazer networking e conhecer os cantos à casa. Foi também o primeiro contacto real com as pessoas e onde foram feitos os primeiros elevator pitch, tidas as primeiras reuniões e marcadas as primeiras entrevistas.

O dia 8, terceiro dia, era o mais aguardado, pois era o dia em íamos ter o stand da bia.pt e nos podíamos “mostrar e vender o nosso peixe.” Por melhores que fossem as expectativas para esse momento, acredito que foram superadas. Foram horas ininterruptas de muitos conhecimentos, muitas apresentações do nosso marketplace e muitos contactos. Chegámos ao final do dia, e não só com as pernas cansadas, mas também com a voz ferida. Valeu no entanto a pena, cada minuto desse dia.

Graças a uma simples presença de umas horas, num stand, no meio da imensidão da Web Summit, no meio de milhares de pessoas, conseguimos dar a conhecer da bia.pt, ao público em geral, conhecer pessoalmente várias figuras públicas e chegar aos meios de comunicação. Meios esses, nomeadamente a Rádio Renascença, a NIT, a Link to Leaders, a SIC, Lusa e o Dinheiro Vivo, a quem agradecemos, porque graças à vossa divulgação, atingimos massas.

Mas como muito lá se dizia e ouvia dizer, o mais importante da Web Summit não se passa durante o dia, mas sim à noite. É à noite que muito networking é feito e onde são passados os momento de descontração. No nosso caso, eram sempre momentos de animação, convívio, acompanhados de boa comida, bebida e música. Momentos estes que nos permitiram descomprimir do trabalho árduo tido durante o dia e simultaneamente conhecer muitas pessoas e fazer contactos.

Tudo o que é bom, acaba…

O último dia de Web Summit, começou muito cedo para o David e para a Andreia, com a entrevista na Rádio Renascença logo às 8:00 horas. Depois desse último compromisso, aproveitamos para desfrutar como meros “espectadores” do evento. Ir a talks, visitar stands, participar nas actividades e fazer os últimos contactos.

 

A repetir? Sim, sem dúvida!

O conhecimentos, os contactos e experiência que se acumula em apenas 3 dias, faz valer a pena o cansaço, as dores de cabeça e o valor pago.

Por isso, o nosso conselho a start-ups que estejam a pensar participar na Web Summit, é sem dúvida, SIM, vale a pena! Estudem bem quem vai lá estar e com quem querem conversar. Usem a app para marcar o máximo de reuniões possíveis e para dar a conhecer a vossa presença, e acima de tudo apesar de lá estarem a trabalho, divirtam-se e aproveitem cada momento.

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